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As Taxas de Juro de Curto Prazo e o Valor dos Imóveis

  • Foto do escritor: José A. Andrade Gomes
    José A. Andrade Gomes
  • 30 de set. de 2021
  • 1 min de leitura

Atualizado: 15 de mar. de 2023

O artigo do Prof. Ricardo Cabral que aqui se publica é sobre estagflação. Um período em que “a taxa de inflação é relativamente elevada, mas acompanhada por taxas de crescimento económico baixas e taxas de desemprego elevadas”.


No artigo são analisadas as opiniões de vários economistas e o Prof. conclui que parecem “não estar reunidas as condições para um novo período prolongado de estagflação”. Esperemos que esta previsão esteja correta.


A determinada altura o autor do artigo menciona uma regra, que designa por “regra de Taylor”, que “sugere que a variação da taxa de juro óptima é de 1,5 vezes a variação da taxa de inflação“.


Esta regra sugere que no momento atual as taxas de curto prazo deveriam ser superiores às atuais; p.e. nos EUA seriam hoje de quase 8%.


O artigo também refere que taxas de juro desta ordem de grandeza são insustentáveis e, na minha opinião, deixa a entender algum condicionamento dos bancos centrais.


Percebemos a implicação das taxas de juro de curto prazo no valor de mercado dos bens imóveis. Será assim razoável admitir que o valor atual dos imóveis está influenciado por algum enviesamento nas políticas dos bancos centrais???

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